O fim da ditadura coincide acidentalmente com a morte dos grandes professores da arquitetura moderna como, Wright em 1959, Mies em 1969, Aalto em 1976, causando o aparecimento de pós-modernismo, que surgiu como crítica a monotonia dos movimentos modernos. Sua característica principal era fazer uma arquitetura complexa e cheia de contradições.
Barcelona era, sem dúvida alguma, a cidade onde mais trabalhos arquitetônicos foram feitos, graças a sua indicação como sede dos Jogos Olímpicos de 1992. Esta regeneração urbana da cidade chegou aos distritos marginais, como a reconstrução do distrito de Baró Viver, feito por Josep Emili Donato.
A retomada da democracia, em 1975, permitiu a intervenção dos planejadores urbanos para reverter o processo de degradação da cidade e resgatar os valores estéticos e funcionais da malha da expansão feita por Cerdá.
Barcelona era, sem dúvida alguma, a cidade onde mais trabalhos arquitetônicos foram feitos, graças a sua indicação como sede dos Jogos Olímpicos de 1992. Esta regeneração urbana da cidade chegou aos distritos marginais, como a reconstrução do distrito de Baró Viver, feito por Josep Emili Donato.
A retomada da democracia, em 1975, permitiu a intervenção dos planejadores urbanos para reverter o processo de degradação da cidade e resgatar os valores estéticos e funcionais da malha da expansão feita por Cerdá.

Durante estes anos, os arquitetos se associam em grupos. Alguns deles são:
Grupo POR (Clotet/Tusquets)
Estes dois arquitetos formam associação em 1964 e criam o grupo POR. Este grupo se caracteriza por minuciosos projetos de interiores.
Jordi Garcés e Enric Soria
Associados em 1970, suas atividades são centradas em restauração de edifícios históricos.
Roser Amadó e Lluís DomènechArquitetos se associaram em 1975, ambos especializado em urbanismo, seus trabalhos se caracterizam por projetos racionalistas e funcionalistas, avaliando os aspectos urbanos da arquitetura.
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